A estranha semelhança entre o Direito e a Medicina

por Edison Carlos Fernandes e Richard Abecassis

A Era da Informação, decorrente do avanço da tecnologia e da globalização, possibilitou o conhecimento, de forma democrática, a um número cada vez maior de pessoas, bastando haver interesse em determinada matéria para que, com alguns “cliques”, obtenha-se vasto volume de informações. As pessoas, cada vez mais informadas, pesquisam e se municiam do conteúdo necessário antes de praticar os atos cotidianos, estando, inclusive, mais bem preparadas para o consumo de produtos e para a contratação de serviços profissionais, como médicos, advogados, engenheiros, contadores, dentre outros. Há, frequentemente, um estudo prévio pelo contratante de serviços, seja no “Doutor Google”, seja em sites de profissionais especializados no tema que será tratado com o contratado.


O avanço da tecnologia e informação, além de possibilitar a obtenção de conhecimentos gerais por qualquer usuário, ensinou aos interessados que determinadas áreas profissionais, como a Medicina e o Direito, devem caminhar de forma cada vez mais integrada entre suas especialidades. Com isso, o que os avanços no acesso às informações e ao conhecimento ensinou aos médicos e advogados?


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Infraestrutura: o jurídico no plano de negócio

Chegamos ao tempo do ócio criativo moderno?

Se há uma área no Governo Federal que, inquestionavelmente, está funcionando, é a infraestrutura. Aproveitando projetos da gestão anterior, foram concedidos vários aeroportos e ferrovias. Estão na lista para concessão diversas rodovias federais. E isso sem mencionar as rodovias estaduais, as privatizações, como no setor de gás, por exemplo, e a área de saneamento básico, cuja competência atualmente é municipal, mas o Congresso Nacional avalia a aprovação de algumas mudanças. Não é de hoje que se alardeia o sonho dos trabalhadores com a possibilidade de redução da jornada de trabalho, desde que o “salário” permaneça o mesmo. De tempos em tempos, esse desejo ganha mais ou menos força. Nos anos 90, com o aumento e a disseminação do uso da tecnologia, principalmente dos e-mails e dos telefones celulares, esse “sonho” dos trabalhadores ganhou corpo com a ideia (talvez, até uma “promessa”) de otimização de tempo trazidos pela inovação tecnológica, o que possibilitaria maior tempo livre para que os indivíduos pudessem desfrutar a vida. Ledo engano!

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