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08/10/2018

Cambalhotas e buzinas “jurídicas”

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Por Elisa Junqueira Figueiredo

Algumas reuniões, como bem lembrado por meu amigo e sócio Edison Fernandes em seu texto divulgado na semana passada, precederam a fundação do escritório.

 A ideia era discutirmos e fixarmos quais seriam a missão e os valores do novo escritório. Mais uma vez o consenso foi alcançado sem resistências, se perpetuando na nossa história.

 Assim, desde a fundação transformamos conhecimento em resultados, praticando a transparência, comprometimento e interação. O que isso tem a ver com cambalhotas e buzinas “jurídicas”? Muito!:

 Nosso comprometimento e interação, traduzidos na dedicação e no envolvimento com o negócio do cliente, nos faz comemorar as vitórias alcançadas.

 Mas, aqui, a comemoração passou a ser de um jeito um pouco diferente: dando uma cambalhota. Liminar deferida: cambalhota. Recurso provido naquele caso difícil: cambalhota. Bom negócio alcançado pelo cliente com nossa participação: cambalhota.

 Abram-se parênteses para dizer que tudo começou em meados de 2005, quando obtivemos uma linda vitória (a primeira no Brasil) em uma demanda que discutia a “locação built-to-suit” que, à época, era matéria controversa e não positivada.

 E … como começou? Quem nos conhece bem, deve imaginar: comigo. E virou cultura. Agora, felizes, os advogados das diversas áreas, assim que ouvem a buzina, já se reúnem para ver um de seus colegas dando uma cambalhota, confraternizando e comemorando o reconhecimento de terem se comprometido verdadeiramente com o caso.

 Ah, a buzina? Bem, ela chegou como presente de um cliente (mas essa é outra história), quando tínhamos crescido alguns anos e já contávamos com os talentos de Thais Françoso e Francisco Petros como sócios, contribuindo ativamente para a nossa história e fortalecimento de nossa missão e valores.

Uma equipe sólida
e preparada para os
desafios do dia-a-dia.


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